Sulpicianos

Áderson Miranda da Silva

Áderson Miranda da Silva

Sexta, 11 Setembro 2015 14:55

Papa pode visitar Brasília em 2017

Sim, o Papa Francisco pode vir mesmo ao Brasil e a Brasília, em 2017. Durante visita da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Francisco manifestou o desejo de voltar ao país para a comemoração dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida. O Santo Padre iria a Aparecida (SP) e poderia iniciar a visita na capital federal ou passar rapidamente por ela.

“Ele não pode confirmar, porque isso só pode ser feito oportunamente. Mas se depender de vontade ele já estaria lá, com certeza”, disse em entrevista à Rádio Vaticano, dom Sergio da Rocha, arcebispo metropolitano de Brasília e presidente da CNBB. “Com certeza nós esperamos a presença do Papa Francisco na capital federal, afinal é a segunda vez que ele vai ao Brasil”.

Anualmente a presidência da CNBB faz esta visita ao Sumo Pontífice, no Vaticano. Junto a dom Sergio estiveram dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e vice presidente da entidade, e dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da Conferência. Eles encontraram um Papa bem humorado e interessado na realidade brasileira.  

“Foi bom demais! Como sempre o Papa Francisco nos recebe de maneira tão cordial, tão fraterna, paterna e materna, porque se trata de um coração generoso demais, misericordioso para com todos - com essa atenção imensa, com essa alegria e simpatia que ele demonstra”, contou dom Sergio.

O encontro com o Papa aconteceu no sábado, 5 de setembro. Até esta quinta-feira, 10 de setembro, a presidência visitou o Vaticano. O principal objetivo da visita é aprofundar a comunhão e o diálogo com a Santa Sé.

A nova presidência da CNBB foi eleita em abril deste ano durante a 53ª Assembleia Geral da entidade, na cidade de Aparecida. Todos os bispos foram escolhidos logo na primeira votação para cada função, superando o número necessário de votos para a eleição.

 

Redação com Rádio Vaticano

Quinta, 10 Setembro 2015 23:57

Padre? Por que não?

Tudo normalmente começa com um vazio interior e uma dúvida existencial para aqueles que já possuem uma caminhada: “Senhor, o que queres de mim?”. Encontrar uma resposta para essa pergunta nem sempre é fácil. E, nem sempre, essa resposta chega com a rapidez que esperamos. De fato, num mundo imediatista como o nosso, esperamos achar respostas rápidas, se possível num click. No entanto, Deus tem seus caminhos. E a Igreja, mediadora dessa resposta, da mesma forma tem caminhos que nem sempre são os nossos.


O primeiro passo para quem deseja trilhar um caminho de discernimento vocacional é procurar um diretor espiritual. O auxílio da graça de estado dá ao padre as ferramentas necessárias para te ajudar a discernir se não é apenas uma admiração pelo sacerdócio, se é a fuga de algum problema familiar ou pessoal, se é emoção de momento ou mesmo se você não está usando (mesmo inconscientemente) o sacerdócio a fim de se promover socialmente.


O segundo passo é participar dos encontros vocacionais promovidos todo primeiro domingo do mês pela Arquidiocese. Nesses encontros são promovidas palestras temáticas, momentos de fraternidade entre os vocacionados, padres para ouvir e aconselhar, missa, e normalmente uma alimentação bem reforçada para que os participantes saiam satisfeitos no corpo e no espírito.


O terceiro passo e talvez o mais importante é rezar. Sem a oração nós nos tornamos sujeitos a gostos pessoais e a moções superficiais próprios de nossa personalidade. Vocação é antes de tudo entre você e Deus! Você só pode considerar-se chamado por Deus a abraçar o sacerdócio se der a oportunidade de Deus falar contigo. Há muitas formas de Deus falar, mas a mais apropriada para se ouvir o “Vem e segue-me” capaz de mudar o rumo da vida é a oração. De modo muito prático: pretende saber o que Deus quer para a sua vida? Frequente a missa, confesse-se, reze o terço, leia a bíblia e acima de tudo, tire um tempinho para questionar e ser questionado por Deus na oração pessoal.


A Arquidiocese de Washington, nos Estados Unidos, preparou um subsídio interessante para quem está em discernimento vocacional. Aqui estão alguns sinais:

  • Relacionamento pessoal com Deus na oração;

  • Sede por um aprofundamento da fé;

  • Devoção à Sagrada Eucaristia;

  • Generosidade e preocupação com os outros;

  • Desejo de viver uma vida reta e santa;

  • Amor pela Igreja Católica e por seus ensinamentos;

  • Disposição a construir amizades sadias;

  • Abertura a diferentes povos e culturas;

  • Amor pelos pobres e indefesos;

  • Capacidade e anseio pela paternidade espiritual;

  • Coragem e determinação para sustentar um ponto de vista impopular em nome de Cristo;

  • Autoimagem sadia;

  • Bom relacionamento com homens e mulheres.

Encontros Vocacionais promovidos pelo Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Arquidiocese de Brasília 

QUANDO? -Todo primeiro domingo do mês às 8h
ONDE? Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima - SHIS QI 17, AE, Lago Sul

 

Mídias Sociais SAV

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Quinta, 10 Setembro 2015 12:39

Ordenação Diaconal de Paulo Rogério

A Arquidiocese de Brasília está em festa pela ordenação do seu mais novo diácono, Paulo Rogério. A celebração foi presidida pelo bispo auxilar de Brasília, o Exmo. Rev. Dom José Aparecido, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Taguatinga. Concelebraram diversos padres do clero diocesano e os padres religiosos Oblatos de Cristo Sacerdote. 

Crédito das imagens: PASCOM da Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Cidade do Vaticano (RV) – Foram anunciadas na manhã de terça-feira (08/09) as principais mudanças decididas pelo Papa em relação aos processos de nulidade matrimonial.

O objetivo do Papa não é favorecer a nulidade dos matrimônios, mas a rapidez dos processos: simplificar, evitando que por causa de atrasos no julgamento, o coração dos fiéis que aguardam o esclarecimento sobre seu estado “não seja longamente oprimido pelas trevas da dúvida”.

As alterações constam nos dois documentos ‘Mitis Iudex Dominus Iesus’ (Senhor Jesus, manso juiz) e ‘Mitis et misericors Iesus’ (Jesus, manso e misericordioso), apresentados na Sala de Imprensa da Sé.

A reforma foi elaborada com base nos seguintes critérios: 

1.    Uma só sentença favorável para a nulidade executiva: não será mais necessária a decisão de dois tribunais. Com a certeza moral do primeiro juiz, o matrimônio será declarado nulo.

2.    Juiz único sob a responsabilidade do Bispo: no exercício pastoral da própria ‘autoridade judicial’, o Bispo deverá assegurar que não haja atenuações ou abrandamentos. 

3.    O próprio Bispo será o juiz: para traduzir na prática o ensinamento do Concílio Vaticano II, de que o Bispo é o juiz em sua Igreja, auspicia-se que ele mesmo ofereça um sinal de conversão nas estruturas eclesiásticas e não delegue à Cúria a função judicial no campo matrimonial. Isto deve valer especialmente nos processos mais breves, em casos de nulidade mais evidentes. 

4.    Processos mais rápidos: nos casos em que a nulidade do matrimônio for sustentada por argumentos particularmente evidentes. 

5.    O apelo à Sé Metropolitana: este ofício da província eclesiástica é um sinal distintivo da sinodalidade na Igreja.

6.    A missão própria das Conferências Episcopais: considerando o afã apostólico de alcançar os fiéis dispersos, elas devem sentir o dever de compartilhar a ‘conversão’ e respeitarem absolutamente o direito dos Bispos de organizar a autoridade judicial na própria Igreja particular. Outro ponto é a gratuidade dos processos, porque “a Igreja, mostrando-se mãe generosa, ligada estritamente à salvação das almas, manifeste o amor gratuito de Cristo, por quem fomos todos salvos”.

7.    O apelo à Sé Apostólica: será mantido o apelo à Rota Romana, no respeito do antigo princípio jurídico de vínculo entre a Sé de Pedro e as Igrejas particulares.

8.    Previsões para as Igrejas Orientais: considerando seu peculiar ordenamento eclesial e disciplinar, foram emanadas separadamente as normas para a reforma dos processos matrimoniais no Código dos Cânones das Igrejas Orientais.

Diante dos jornalistas credenciados, o juiz decano do Tribunal da Rota Romana, Mons. Pio Vito Pinto explicou que os decretos (motu proprio) são resultado do trabalho da comissão especial para a reforma destes processos, nomeada pelo Papa em setembro de 2014.  

Também estavam na coletiva o Cardeal Francesco Coccopalmerio, Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, e o arcebispo jesuíta Luis Francisco Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.

(CM)

Quinta, 10 Setembro 2015 00:50

Pe. Rodrigo Vieira de Souza Noronha

Pe. Rodrigo Vieira de Souza Noronha

 Coordenador do 2º Filosofia 

Diretor da Dimensão Comunitária

Quinta, 03 Setembro 2015 16:51

Diác. Douglas Pitombo da Silva

Diác. Douglas Pitombo da Silva

4º Teologia

Arquidiocese de Brasília

Segunda, 31 Agosto 2015 23:09

Participe das Missas no Seminário

Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima oferece a celebração Eucarística aos domingos, às 10h00. Todos aqueles que desejam participar são muito bem-vindos. Ao término da celebração, servimos um cafezinho permitindo um momento de fraternidade e partilha entre os participantes.

A Liturgia da Santa Missa é responsabilidade dos seminaristas do primeiro ano de filosofia. Essa missa pode deixar de ser celebrada no período das férias. Para informações sobre a Missas no período de férias, confiram a agenda de nosso site.

 

 

 

Segunda, 31 Agosto 2015 23:01

COMUNICADO: Hallel Som e Vida

Amigos do Hallel Som e Vida de Brasília, por motivos estruturais e também financeiros, e ouvindo nossos pastores, a Comissão do Hallel Brasília, optou, prudentemente, por adiar a realização do Hallel deste ano, para melhor nos prepararmos na comemoração dos 20 anos desta obra de evangelização na Arquidiocese de Brasília.

Na alegria do Senhor pedimos a todos orações e o mesmo amor de sempre pelo nosso Hallel Som e Vida em Brasília.

Que o louvor não cesse em nossos lábios!

Deus abençoe a todos!

Comissão Hallel Brasília

Quinta, 27 Agosto 2015 05:28

Tirando as máscaras virtuais

Os principais meios de comunicação social aparentemente só conseguem vender notícias ruins, de modo que nos acostumamos a achar que o mundo vai mal e, não obstante as nossas orações, só tende a piorar. Porém, o fato é que vida está repleta de experiências universais que mereceriam ser compartilhadas nesses meios, como a bondade de alguém que encontramos no ônibus, a generosidade de quem partilha o lanche no trabalho ou a delicadeza de quem percebe que estamos tristes.  O problema é que convencionou-se a acreditar que esse tipo de notícia – as boas notícias – não interessam e, portanto, não vendem.

Acredito que as redes sociais, quando usadas para o bem têm o incrível poder de mudar esse círculo vicioso de notícias ruins. Como portadores da Boa-Nova, nós cristãos podemos assumir o controle da Central de Notícias ao passarmos a noticiar por meio de “tweets”, “posts”, e “clicks” uma onda de manchetes do bem.  Assuntos como política, economia, esporte, moda, podem até fazer sucesso durante um tempo, mas um testemunho bem contado é capaz de atravessar gerações sem perder seu frescor de lançamento.

Se por um lado é verdade que muitos cristãos já aceitaram o desafio de adentrar nesses “Novos Areópagos”, por outro, acredito que precisamos ir além das simples reprodução de trechos bíblicos e frases de santos. Trata-se, creio eu, de atualizar essas mensagens no palco da minha própria vida, comentando aos meus amigos e seguidores virtuais de que modo tal passagem me toca de modo particular. 

Além de vender boas notícias, as redes sociais são ainda meios para o encontro com o outro. Em tempos de Facebook, Twitter, Whatsapp e Instagram, já não se pode conceber a ideia de que determinado amigo tenha sumido da nossa vida nos tempos de escola e “milagrosamente” aparecido dez anos depois. As redes sociais fortalecem laços uma vez atados e proporciona que novos laços sejam feitos pela tela de um dispositivo eletrônico qualquer.  

Sabemos que a relações nem sempre são profundas. Essa é a característica fundamental de uma ferramenta que de modo algum substitui as relações pessoais. As redes sociais servem como um degrau, mas não podemos ficar na base na escada dos relacionamentos. Esta escada tem por vocação própria nos levar para o alto, para além das relações de cortesia ou de educação. Se cada degrau serve para conhecermos mais o outro, assumimos que no topo e no fim da escada está sempre Deus. 

A sensação é a de que já não há mais solidão: todos estão conectados e juntos para compartilhar momentos de tristeza ou alegria. O problema é quando essa onipresença virtual acaba escondendo a presença das pessoas que estão ao nosso lado. Pior ainda: quando nos faz esquecer da presença de Deus na nossa vida. Esse é o paradoxo dos novos meios de comunicação: aproximam-nos de quem está distante e, por efeito quase imperceptível, distancia-nos de quem está mais perto. Perguntas nesse sentido surgem a todo instante: como dividir a atenção entre amigos virtuais e pessoais? Como estar conectado sem desconectar-me do mundo ao meu redor? É possível viciar-se nas redes sociais? 

Perguntas como essa servem para percebermos que o essencial nas redes sociais está sendo esquecido: não existe um mundo virtual! O que chamamos de mundo virtual é o mesmo mundo real que leva nossos problemas, fadigas, estresses, pessoas chatas e pessoas legais. O problema é que quem abandona a “realidade” para embarcar numa viagem por um mundo virtual imaginário engana-se desde o princípio. Podemos até maquiar tudo do que tentamos fugir por um tempo, mas basta uma gota de água para a tinta escorrer e mostrar para mim mesmo e para o resto desse “mundo” quem sou de verdade. 

A dica que dou para quem quer estar nas redes sociais sem deixar de viver uma vida boa e feliz é buscar encarar as redes sociais pelo que elas realmente são: simples ferramenta na mãos de homens e mulheres. Além do mais, outra dica importantíssima é encarar a realidade de si mesmo de frente, sem querer se esconder no tapete da internet o que você pode e deve levar para Deus na oração. Por fim, dicas podem até servir de norte, mas nas redes sociais, como na vida, o mais importante é saber aonde se quer chegar. 

 

por Seminarista Vinícius Farias

Domingo, 23 Agosto 2015 18:15

Campanha Amigos do Seminário

O Seminário Maior de Brasília (SMAB) iniciou uma campanha viral via Whatsapp chamada: Amigos do Seminário. Confira abaixo o vídeo que está circulando pelos celulares. O processo de formação de um sacerdote leva em média oito anos, e todo esse trabalho de formação de ministro de Cristo conta com a ajuda de diversas pessoas, inclusive não católicas ou cristãs, como benfeitoras ou mantenedoras. Todos nos ajudam materialmente, pois, acreditam que podemos fazer um bem a sociedade, e com isso construirmos um mundo melhor.

Em 2016, o SMAB irá completar 40 anos, sem as devidas reformas a estrutura dos quartos do seminaristas foi se deteriorando, devido a falta de recursos. Queremos com sua ajuda reformar os quartos do andar superior até 2016 para acolher melhor os futuros sacerdotes. 

O custo da reforma de um quarto é de R$ 3.415,00 reais. Precisamos reformar 53 quartos.

 

CONTA PARA DEPÓSITO

Banco do Brasil (001)

Ag. 2881-9

CC: 19000-4

 

Se você acredita nessa ideia, ajude-nos a transformar este sonho em realidade.